
Acordo sentindo um cheiro forte de fumaça
A montanha perto dali é destruída pelas labaredas de um assassínio
O homem incendeia seu próprio ninho
Cinzas com formato de folhas caem sobre meu rosto triste
E respiro um ar que não é o meu ar
E choro, lamento e revolto-me com tudo isso.
Como diz o rei Roberto Carlos em uma canção
“Eu queria ser civilizado como os animais”
É o que precisamos com urgência
Civilizar o ser humano para que se pareça um pouco com os animais
E as florestas, os rios, as ruas e nossas vidas terão mais sentido de existência.
Chega de destruição, de perdição, de poluição
Poluímos o nosso próprio dia, a nossa vida, o nosso lar
Sem pelo menos pensarmos em nós mesmos
Chega de destruição, de labaredas de egoísmos mal-educados
O homem é o animal que destrói a si mesmo, sem medo da própria eliminação
Chega de destruição, de sofrimento
E a culpa é de Deus? É do vizinho? É do Diabo?
A resposta deixo como reflexão (...)



