terça-feira, 1 de maio de 2012
Pedacinhos do amor
O amor não é concreto, ele precisa ser alimentado todos os dias...
O amor é belo quando a gente o faz assim...
O amor é um sonho que realizamos juntos e todo tempo...
O amor é assim... Só precisa ser entendido e vivido...
quarta-feira, 18 de abril de 2012
MABIA, UMA FLOR NA NOSSA VIDA
sábado, 14 de abril de 2012
Renascer
terça-feira, 10 de abril de 2012
Depois dos 70 e dos 60
Em tempos de amar
Razão de viver
sábado, 18 de fevereiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
Em tempos de medo

Passamos dias e noites com os olhos arregalados
Assustamos até com as batidas do nosso coração
Não paramos mais para conversar com o nosso amigo
A pressa é grande, porque a noite já vem
Vivemos em tempos de medo
Medo de nós mesmos, de nossas reações
Vivemos no tempo em que tudo assusta o nosso próprio ser
Não conseguimos mais caminhar sozinhos
Nem mesmo podemos sair para pescar
Vivemos em tempos de medo...
Medo de cantar ou mesmo calar, porque somos vigiados
Sentimos medo de tudo, até mesmo de amar
Tempos de medo de nós mesmos.
Vivemos em tempos de medo...
Medo de sonhar e acordar e viver.
Em tempos de respeito

Muitos são os sonhos daqueles que buscam liberdade
Sonhos machucados e pisados por quem não aceita o ser diferente
Sonhos rasgados e arrancados a sangue frio pelos malfeitores sociais
Vivemos há anos em tempos de respeito
Mas, não há respeito entre nós...
As gotas de ódio molham e apagam nossos sonhos
Somente porque somos diferentes de um modo de viver
E os sonhos são aniquilados por quem pensávamos que estavam conosco
Religiosos, pais e mães, amigos, governantes e até nós mesmos...
Será que vivemos mesmo em tempos de respeito?
O sacrifício é maior que o amor...
O medo de encarar a vida é maior que o próprio sonho
E ainda teremos que amar o próximo que nos odeia
Tempos de respeito ou de defeitos?
Humanos ou desumanos?
E o que resta são apenas lágrimas de tristeza pelos que se dizem cheios de razão.
Tempos de respeito para alguns somente.
Tempos de respeito para mim mesmo, que me respeito como sou.
Em tempos de poesias

A fantasia embriaga a mente do poeta e ele desfalece em meio às palavras
Os ventos que sopram do leste trazem inspiração ao coração do homem que ama
O poeta é a chave para o enlouquecimento do amor
É ele que transpira o sentimento da embriaguez
Estamos em tempos de poesia.
Um novo ano, o antigo que será exterminado, o novo que será reinventado
E as palavras dizem o que o coração não consegue externar
E o medo de amar, de falar ao mundo sobre o amor, empobrece a poesia
Vivemos em tempos de poesia.
É ela que dirá para onde os ventos deverão seguir.
É ela que levará ao coração do homem o mais belo sentimento de amar
O tempo é este, não deixemos que o medo da expressão maior morra
Sentimos o tempo da poesia.
É ela que embriagará o homem de amor
E o medo será exterminado com o antigo e o novo chegará do leste.
E os ventos que embriagam o coração do poeta, agora chegam à sua alma
E viveremos eternamente o tempo da poesia.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Um poema para 2012

Que nem tudo o que deixamos de realizar em 2011 seja esquecido
Porque a vida continua
E os sonhos são eternos, até a realidade
Busque dentro de si, a sua própria felicidade
Não deixe que os outros interfiram no seu momento de ser
De Agir
De pensar
De falar
De chorar
Decida você mesmo
Pois a vida é sua
A felicidade é sua
As lágrimas são suas
Isso não é individualismo
Isso é inteligência
É confiança em si mesmo
É cuidar de si.
É ser feliz...
domingo, 25 de dezembro de 2011
Meu momento a sós

Rapha Souza
Minhas palavras ecoam neste silencio
Às vezes me sinto livre como nunca estive antes
Se me entregar aos meus medos eles me trarão de volta?
Isto não é tão bom quanto costumava ser
Não está perto do fim, eu ainda pertenço a este lugar
Meus sonhos não morrerão pela desistência
Eu procurava motivos pra tocar as estrelas
Mas não sei como tocá-las se meus pés não saem do chão
Percorrendo as paginas da minha vida
Pareço não saber onde estou
Eu quero sentir tranqüilidade quando essa dor retornar
Tudo que não queria era estar acordado agora
Os mesmo olhos que me levam ao paraíso
São os mesmos que me levam às ruínas
Esse mundo parece mais bonito quando estou com os olhos fechados
Essas paredes pareciam menores quando eu desconhecia o medo
Eu não posso tocar minhas dores nessas cordas
Nem pensar que minha voz será minha cura
Esse som é só minha alma sendo a procura de redenção
Tudo é tão real quanto as palavras que saem dentro de mim.
(Meu amigo Rapha Souza escreveu esta beleza... Achei tão belo que pedir para postar aqui. Afinal meus leitores merecem ler somente coisas belas)...
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Em tempos de recordação
Muitas vezes acreditamos ser inútil recordar os sonhos vividos e realizados
E passamos o dia todo à beira dos precipícios da vida
Acreditamos ser melhor parar de sonhar ou de recordar sonhos
Passamos por momentos que é essencial recordar
Vivemos em tempos de recordação...
Recordar o amor passado e vivido com esplendor e força
Recordar o amigo que se foi e que deixou sua marca em nosso coração
Recordar o avô, seus passos lentos e firmes
Recordar a professora que te ensinou a amar os livros
É tempo de recordar, coisas de ontem, de anos, de meses e de hoje
Recordar é viver de novo, é trazer para o presente o que vivemos intensamente no passado
Estamos no tempo da recordação boa, do abraço, do beijo, do carinho
Porque já não temos mais tempo de parar para viver
E vivemos sem ao menos olhar para o lado.
Em tempos de recordação, precisamos dessa tecla em nosso computador da vida
Aperte-a e veja o quanto de bom você pode recuperar.
São arquivos que ficaram no esquecimento da sua memória
É tempo de recordar sem ficar preso ao passado...
Recordar não é voltar, é rever, é trazer de volta o que nos fez bem.
Recordar é viver.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Sonho de amor

Quando virás ao meu encontro?
Espero por ti há dias e não chegas para me alegrar
Quando chegarás para aquele abraço forte e verdadeiro?
Estou aqui nesta estação esperando
Corro cada vez que chega um trem e não vens
Adormeci por várias noites à tua espreita
E só chegas em sonhos e vais quando desperto
Fico a pensar se tu existes mesmo
Ou se é apenas um sonho inalcançável
E desejo que venhas novamente ao meu encontro
Mesmo nos momentos de sonolência
Pois o amor não se importa com o estado em que estamos
O amor não se toca, o amor se sente
E como tenho que sonhar para te amar
Adormeço na certeza do encontro...
Sonho de saudade

Sinto sua presença tão perto que chego a sentir o perfume dos seus cabelos
Fecho os olhos e toco seu rosto, sentindo a suavidade de sua pele quente
Inicio um desbravar de emoções pelo seu corpo e chego à sua alma
Ouço sua respiração como se fosse uma melodia de amor
E viajo para um lugar distante de tudo o que não lembra você
E não sinto o chão onde piso, nem o ar que eu respiro...
Sinto apenas você, sua respiração ofegante, dilacerando minha alma
E o calor do seu corpo me aquece nessa viagem sem fim
E escuto pássaros que juntos com as batidas de seu coração alegram o espaço
E o vento deste lugar faz com que seus cabelos dançam ao som dessa canção
E uma lágrima de emoção cai dos meus olhos levemente
E chego a um lugar só meu, porém desconhecido para mim
E ouço batidas fortes...
E te vejo dentro desse lugar, sorrindo e dizendo-me
- Bem-vindo ao seu coração.
E desfaleço, acordando no meio da noite e sentindo ainda o perfume dos seus cabelos...
Um som que vem do coração

Um sentimento que arde em meu intimo
Faz crescer a esperança de correr para além do meu coração
E encontrar um abraço verdadeiro.
Ouço ainda os toques do seu peito em mim
É como o sopro de um trompete que vai descendo nota por nota
E aos poucos vai acalmando meu sentimento
E sinto sua presença, calmamente chegando
E alojando-se em mim, como o som do instrumento de uma orquestra
Que chega e faz morada no ambiente...
Vem ouvir comigo esses sons e juntos podemos reencontrar o que buscamos
E juntos criarmos nossa própria canção
Nosso tom e nosso ritmo
E embalarmos conforme nossa própria música.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Em tempos de destruição

Acordo sentindo um cheiro forte de fumaça
A montanha perto dali é destruída pelas labaredas de um assassínio
O homem incendeia seu próprio ninho
Cinzas com formato de folhas caem sobre meu rosto triste
E respiro um ar que não é o meu ar
E choro, lamento e revolto-me com tudo isso.
Como diz o rei Roberto Carlos em uma canção
“Eu queria ser civilizado como os animais”
É o que precisamos com urgência
Civilizar o ser humano para que se pareça um pouco com os animais
E as florestas, os rios, as ruas e nossas vidas terão mais sentido de existência.
Chega de destruição, de perdição, de poluição
Poluímos o nosso próprio dia, a nossa vida, o nosso lar
Sem pelo menos pensarmos em nós mesmos
Chega de destruição, de labaredas de egoísmos mal-educados
O homem é o animal que destrói a si mesmo, sem medo da própria eliminação
Chega de destruição, de sofrimento
E a culpa é de Deus? É do vizinho? É do Diabo?
A resposta deixo como reflexão (...)
À espera de você

Quantas coisas para falar para você
E que o tempo curto não deixou dizer
Você chegou e ficou por pouco tempo, e nem temos tempo de chegar ao início da primavera
Quando você me deixou aqui, disse apenas para eu continuar vivendo
E eu quis, obedeci porque era preciso
Hoje, não estou mais vivendo porque você pediu, mas porque é necessário
Vivo sem você, mas confesso que até hoje a primavera não chegou
Meus dias são de inverno e até outono...
E a seca do verão me sufoca como a saudade de um amante esquecido
Quantas coisas tinham para dizer a você
Mas o tempo foi menor do que esperávamos
E fiquei apenas com as palavras escritas no mural do meu coração
Mas quero ainda publicar tudo para você
A leitura dos meus sentimentos deve ser feita
Por você.
Quantas vez quis dizer palavras perdidas
Que foram encontradas por você e que não tive tempo de falar
Pense no quanto os momentos bons é o reflexo disso tudo
E a pureza de encontrar de novo a alegria de viver a primavera tão desejada
Quantas vezes fiquei aqui te esperando e você não chegou.
O que me resta é apenas reler tudo de novo...
Meu dia-a-dia

Quando a aurora desperta, o vento frio chega!
Penso nos meus e a saudade do café de meu pai chega aqui
Tenho que correr para não perder a hora
E a voz do vento lá fora me diz que a vida está ali
Do lado de fora para eu apreciar
Para eu vivê-la...
E meu dia torna-se eterno quando chega ao fim
Da jornada, do encontro e do conhecimento
E descubro que a alegria me acompanha, mesmo sem você aqui
E a vontade de rever você me faz adormecer para mais uma vez despertar
Para a vida, para o desejo e para o amor.
E me pego pensando durante o levantar sobre a vida e o dia
E a noite logo chega para sonhar novamente com você e comigo mesmo.
E suporto tudo, os sonhos, os desejos e os medos de encontrar você de novo.
De encontrar a felicidade e de encarar mais um dia.
Tempo de espera

Os anos passam e o amor verdadeiro não chega
A espera cansa meus dias e meus cabelos embranquecem com o tempo
As pernas já não querem mais caminhar para além de mim mesmo
Tentando buscar o amor
E as lágrimas secaram como o rio que espera por chuva há anos
E tudo vira pó.
O amor torna-se longínquo e eu aqui, na espreita de encontrá-lo
E o tempo passa, devagar, mas passa diante de mim
Tudo passa a ser mais lento...
Os sonhos, o desejo, o anseio... menos o medo
Medo de chegar ao fim sem amar, sem ser amado.
Medo de partir sem ao menos te vê, te tocar, te amar.
Medo de findar o tempo da espera sem ao menos chegar perto
Medo de mim mesmo, dos meus sonhos vagarosos e dos meus pés já calejados da caminhada
E o fim é apenas a certeza do amor eterno.
E o início de mais uma jornada.
E os dias passam e o amor verdadeiro não chega.
E as horas terminam e o amor atrasou-se
E os minutos findaram-se sem os segundos.
E os segundos já não existem para mim.
E o fim é apenas a certeza do amor eterno.
E o desejo é hoje o início de mais uma busca...
Blog do LÉO SARMENTO
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