Mas se todo amor não for capaz de nos fazer bem
O que adianta caminhar
O que adianta pensar um no outro
Nos beijos
Nos momentos nossos
E quando o sol pensa em se pôr
Choramos pensando um no outro
Mas aí já não tem mais tempo
Nem para enxugar as lágrimas
Só sei dizer que o que for teu
Não será mais de ninguém
Agora devemos viver nossos momentos
E pensar que tudo isso pode nos levar ao bem maior
A vivermos em paz
Sem medo do que pode acontecer
Vem, vamos passar nossos dias juntos
E seremos um para outro
Somente.
Uma poesia interrogatória,embora nota-se a ausência das pontuações interrogativas,há uma decrição do cotidiano entre duas vidas separadas por eventualidade do destino.Há certeza no raciocíno do autor de que:Só sei dizer que o que for teu.
ResponderExcluirNão será mais de ninguém.
O autor encerra a poesia fazendo um simples convite entre ambos personagens poéticos, a viver os dias juntos independente do que possa acontecer no futuro. A figura ao lado casa bem com a poesia, uma pessoa aparentimente madura em frente ao mar, esperançosa, como se aguardasse o que esperou durante toda a vida que ficou para trás.
Juscilene de Souza Batista Dourado